Dra. Patrícia Sugino https://drapatriciasugino.com.br Dra. Patrícia Sugino é oftalmologista especialista em Plástica Ocular, referência no cuidado com o olhar e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Ocular (SBCPO). Com mais de 10 anos de experiência e mais de 5 mil olhares transformados, dedica-se a unir saúde, funcionalidade e estética para oferecer resultados completos e harmoniosos. Com fellowship e mestrado em Plástica Ocular pela UNESP e pós-graduação em Medicina Estética, sua expertise vai além da cirurgia: ela cuida da saúde e beleza da região dos olhos, sempre com um olhar técnico, refinado e humanizado. Na Clínica Skeye, Dra. Patrícia oferece uma abordagem integrada, garantindo não apenas a correção funcional, mas também a valorização estética do olhar. Segurança, precisão e naturalidade são a base de seu trabalho, ajudando cada paciente a conquistar um olhar mais descansado, rejuvenescido e expressivo. Wed, 28 May 2025 15:32:41 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://drapatriciasugino.com.br/wp-content/uploads/2025/05/cropped-sugino-512-32x32.png Dra. Patrícia Sugino https://drapatriciasugino.com.br 32 32 Afinal, qual especialidade médica devo escolher para fazer a minha blefaroplastia? https://drapatriciasugino.com.br/2025/05/26/post-3/ https://drapatriciasugino.com.br/2025/05/26/post-3/#respond Mon, 26 May 2025 15:28:06 +0000 https://drapatriciasugino.com.br/?p=188

Por: Dra. Patrícia Sugino (CRM 150329 • RQE 111033)

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Afinal, qual especialidade médica devo escolher para fazer a minha blefaroplastia?

Segundo dados da ISAPS (sigla em inglês para Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética, em tradução livre) as cirurgias plásticas palpebrais foram o terceiro procedimento estético cirúrgico mais procurado no mundo em 2023, com impressionantes 1,75 milhão de procedimentos realizados, atrás apenas da lipoaspiração (2,24 milhões) e do implante mamário (1,89 milhão)¹.

No entanto, muitos pacientes ainda têm dúvidas sobre qual especialidade médica é a mais indicada para realizar a blefaroplastia, por isso no post de hoje vamos responder a essa pergunta de uma vez por todas!

Blefaroplastia: Uma cirurgia multidisciplinar

Diferente do que muitos pensam, a blefaroplastia não é exclusividade de uma única especialidade médica. Assim como procedimentos estéticos como a toxina botulínica (o famoso “botox”) ou os preenchedores podem ser realizados por diferentes especialidades medicas, a blefaroplastia pode ser conduzida por cirurgiões plásticos, dermatologistas cirúrgicos e cirurgiões oftalmologistas especializados em plástica ocular. O mais importante é que o profissional tenha uma boa formação, experiência adequada, conhecimento anatômico aprofundado e preze não somente pelo resultado estético em si, mas pela sua saúde ocular de maneira geral.

Mas peraí: oftalmologista especialista em plástica?

É isso mesmo! A oculoplástica, plástica ocular ou oftalmoplástica começou a se firmar como subespecialidade da oftalmologia no Brasil na década de 1960. Em 1974 foi fundada a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Ocular (SBCPO)² e, desde então, a subespecialidade vem crescendo e ganhando notoriedade principalmente pela crescente procura por pessoas interessadas em rejuvenescer a região dos olhos sem comprometer a saúde ocular.

Eu, por exemplo, sou médica oftalmologista e fiz minha especialização (fellowship) em Plástica Ocular e vias Lacrimais na Universidade Estadual Paulista (UNESP), onde também concluí meu mestrado na mesma área.

O cirurgião oftalmologista especialista em plástica ocular possui uma formação aprofundada sobre a anatomia dos olhos e da região periocular. Isso confere um diferencial importante na segurança e precisão da blefaroplastia, especialmente quando há necessidade de preservar funções como a lubrificação ocular e a mobilidade palpebral. Além disso, estes profissionais estão preparados para lidar com eventuais complicações que possam afetar a saúde dos olhos.

Veja também:

Como escolher o profissional certo para sua blefaroplastia?

Muito além da especialidade ou do valor cobrado, o essencial é escolher um profissional experiente, que tenha um portfólio consistente de casos, utilize técnicas atualizadas e inspire confiança. O primeiro e mais importante passo nesta direção é agendar a sua consulta de avaliação para que o médico cirurgião entenda o seu caso e você possa se sentir confortável com o procedimento.

Referências

¹ ISAPS - International survey on aesthetic / cosmetic procedures performed in 2023. Disponível em: https://www.isaps.org/media/rxnfqibn/isaps-global-survey_2023.pdf

² SBCPO - Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Ocular (https://www.sbcpo.org.br/)

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A Dra. Patrícia Sugino é médica oftalmologista com fellowship (especialização) e mestrado em Plástica Ocular, pós-graduada em Medicina Estética e já transformou mais de 5 mil olhares de homens e mulheres ao longo de mais de 10 anos de experiência profissional. Se você deseja saber mais sobre a blefaroplastia e entender se esse procedimento é o ideal para você, agende sua consulta com a Dra. Patrícia clicando no link abaixo!

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Pálpebras asiáticas: Entenda as diferenças da blefaroplastia em orientais

Cada pessoa tem características anatômicas únicas, determinadas tanto por fatores genéticos quanto por características adquiridas ao longo da vida. Por isso, a blefaroplastia é um procedimento que deve ser adaptado a cada paciente, desde que haja incômodo estético ou funcional e indicação médica. No caso das pálpebras asiáticas, existem particularidades adicionais que precisam ser consideradas para garantir um resultado harmonioso e natural, respeitando suas características específicas.

No post de hoje, vamos explorar o que torna a pálpebra asiática única e como essas diferenças influenciam a abordagem da blefaroplastia!

Afinal, o que diferencia as pálpebras asiáticas?

Se você assim como eu tem ascendência asiática, já deve ter passado pela experiência de ter algum pai ou mãe em sua família ansiosos para saber se o bebê desenvolverá a famosa “dobrinha” nas pálpebras. Talvez este pai ou mãe seja você. Mas afinal, por que há tanta expectativa pela dobrinha?

Bom, isso tem algumas explicações possíveis. Uma delas é que a órbita asiática é mais rasa que a caucasiana, conferindo um aspecto mais “flat” (sem profundidade) ao rosto. A falta da dobrinha contribui para essa planificação da face, e um rosto sem profundidade é um rosto pouco iluminado, sem contraste e pouco marcante - o que pode ser fonte de incômodo para muitas pessoas.

Segundo dados de um estudo conduzido em Houston, Texas, aproximadamente 50% da população asiática não possui o chamado sulco palpebral - a tão desejada dobrinha. Ainda segundo este estudo, a chamada cirurgia de ocidentalização das pálpebras é um dos procedimentos estéticos mais procurados por asiáticos em todo o mundo¹.

Além da ausência ou suavidade do sulco palpebral, outros fatores anatômicos que diferenciam a pálpebra asiática são:

1. Presença do epicanto: Uma dobra de pele que cobre o canto interno dos olhos, comum em populações asiáticas. O epicanto pode cobrir parte dos olhos, fazendo-os parecer menores do que realmente são.

2. Maior presença de gordura: A região palpebral pode apresentar uma camada de gordura mais espessa, que confere um aspecto mais cheio às pálpebras superiores e inferiores.

3. Pele palpebral mais espessa: A pele das pálpebras em indivíduos asiáticos tende a ser mais espessa e fibrosa, o que pode influenciar na técnica cirúrgica e no processo de cicatrização.

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Blefaroplastia asiática: O pós-operatório

Além das diferenças anatômicas, o público asiático também possui um processo cicatricial mais difícil e demorado. O pós-operatório da blefaroplastia em pacientes de origem asiática exige cuidados específicos devido às particularidades do processo cicatricial. A pele asiática tende a reter mais líquidos, resultando em um inchaço mais intenso e de resolução mais lenta em comparação a outros perfis de pacientes. Por isso, medidas como o uso de compressas frias, a restrição de atividades físicas intensas e a aplicação de produtos específicos para otimizar a cicatrização são fundamentais para uma recuperação mais tranquila. O Laser de CO₂ é um grande aliado nesse processo, pois além de reduzir o sangramento cirúrgico, também minimiza hematomas e inchaços, acelerando a recuperação. Por último, mas não menos importante, o comparecimento aos retornos agendados e o acompanhamento próximo com o cirurgião é essencial para garantir que tudo evolua da melhor maneira possível.

Uma das dúvidas mais frequentes que recebo dos meus pacientes asiáticos diz respeito à formação de quelóides após a blefaroplastia. Embora a pele asiática tenha maior predisposição à fibrose e cicatrização hipertrófica, a pele da pálpebra é a mais fina do corpo, o que reduz significativamente esse risco. Quando a cirurgia é bem planejada e realizada por um cirurgião experiente, a chance de cicatrizes aparentes ou queloides é mínima, proporcionando um resultado discreto e natural.

Claro que tudo isso precisa ser discutido durante a sua consulta, portanto se você tem histórico familiar de quelóide, não deixe de levar essa informação ao seu médico!

Como escolher o profissional para fazer minha blefaroplastia?

O essencial é escolher um profissional experiente, que tenha um portfólio consistente de casos, utilize técnicas atualizadas e inspire confiança. No caso das pálpebras asiáticas, é ainda mais importante contar com um cirurgião que compreenda suas particularidades anatômicas e saiba como adaptar a técnica para um resultado harmonioso e natural. O primeiro passo nessa jornada é agendar uma consulta para que o médico cirurgião avalie o seu caso e você possa esclarecer todas as suas dúvidas.

Referências

¹ Nguyen, M. Q., Hsu, P. W. & Dinh, T. A. Asian blepharoplasty. Seminars in plastic surgery 23, 185–197, https://doi.org/10.1055/s-0029-1224798 (2009). Disponível em: https://www.thieme-connect.de/products/ejournals/abstract/10.1055/s-0029-1224798

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Laser de CO₂ na blefaroplastia: faz tanta diferença assim?

A área ao redor dos olhos é uma das primeiras a refletir os sinais do tempo, e a primeira a ser vista em nosso rosto. Com o passar dos anos, a pele perde elasticidade, levando ao surgimento de flacidez, bolsas de gordura e rugas que podem deixar o olhar com um aspecto cansado, pesado ou envelhecido. A blefaroplastia a laser de CO₂ representa uma evolução no tratamento dessas queixas, oferecendo um procedimento mais preciso, menos agressivo e com recuperação mais rápida em comparação à técnica tradicional.

Afinal, o que é a blefaroplastia com Laser de CO₂?

A blefaroplastia com laser de CO₂ é uma técnica avançada para a cirurgia das pálpebras que substitui o bisturi convencional pelo feixe de laser, trazendo mais precisão e benefícios para o paciente. Esse tipo de laser atua cauterizando os pequenos vasos sanguíneos enquanto faz os cortes, o que reduz significativamente o sangramento durante a cirurgia e minimiza o inchaço e os hematomas no pós-operatório. Além disso, o calor do laser estimula a produção de colágeno na pele ao redor dos olhos, promovendo uma retração natural dos tecidos e contribuindo para um resultado ainda mais harmonioso.

O procedimento é indicado para pacientes que desejam remover o excesso de pele das pálpebras superiores e inferiores, suavizar bolsas de gordura e melhorar a aparência geral do olhar sem recorrer a métodos mais agressivos. Por ser uma abordagem mais controlada e de alta precisão, a blefaroplastia com laser de CO₂ proporciona uma recuperação mais rápida e confortável, permitindo que o paciente retome suas atividades cotidianas em menos tempo.

Os grandes benefícios da blefaroplastia a laser

A blefaroplastia com laser de CO₂ vai além da remoção do excesso de pele e gordura das pálpebras. Além de proporcionar um pós-operatório mais tranquilo, o procedimento permite combinar o resurfacing a laser, um tratamento complementar que melhora a qualidade da pele ao redor dos olhos. Dessa forma, o paciente aproveita a recuperação única para obter resultados ainda mais completos. Confira os principais benefícios:

Menos inchaço e hematomas – O laser cauteriza os vasos sanguíneos enquanto realiza as incisões, reduzindo o sangramento intraoperatório. Isso resulta em menos inchaço e hematomas no pós-operatório, tornando a recuperação mais rápida e confortável.

Pele mais firme e uniforme – Além da cirurgia, é possível complementar o tratamento com o resurfacing a laser, que melhora a textura da pele, reduz rugas finas e estimula a produção de colágeno. Como o paciente já estará sob sedação, não sente o desconforto que normalmente seria percebido no procedimento feito isoladamente.

Recuperação otimizada – Ao realizar a blefaroplastia e o resurfacing a laser no mesmo dia, o paciente passa pelo processo de cicatrização de uma só vez. Isso significa menos tempo afastado das atividades e um rejuvenescimento global da região dos olhos com um único período de recuperação.

Resultados mais completos e duradouros – A combinação da cirurgia com o laser de CO₂ potencializa os efeitos do rejuvenescimento. Enquanto a blefaroplastia corrige o excesso de pele e bolsas de gordura, o resurfacing melhora a qualidade da pele, garantindo um olhar mais jovem e revitalizado.

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Resurfacing a laser: o que é, e por que é tão procurado?

O resurfacing a laser é um tratamento avançado que utiliza o laser de CO₂ para renovar a pele, promovendo uma melhora significativa na textura, firmeza e uniformidade da região tratada. Ele funciona através da emissão de feixes de luz que vaporizam as camadas mais superficiais da pele, removendo células envelhecidas e estimulando intensamente a produção de colágeno. O resultado é uma pele mais firme, com menos rugas e uma aparência rejuvenescida.

No contexto da blefaroplastia, o resurfacing a laser complementa a cirurgia ao tratar a pele ao redor dos olhos, suavizando linhas finas e melhorando a qualidade do tecido que não pode ser removido apenas com a retirada do excesso de pele. Como o paciente já está sob sedação durante a cirurgia, não sente o desconforto que normalmente poderia ocorrer em um procedimento isolado. Além disso, a recuperação acontece de forma simultânea à cicatrização da blefaroplastia, otimizando o tempo de recuperação.

Outro grande benefício do resurfacing é que ele torna a pele mais receptiva a tratamentos complementares, como o drug delivery, uma técnica que potencializa ainda mais os resultados ao permitir a penetração profunda de substâncias rejuvenescedoras na pele recém-tratada. Esse é o grande diferencial que eleva os efeitos do laser a outro nível.

Drug delivery: a cereja do bolo

A pele é composta por três camadas principais: a epiderme, que é a mais superficial e atua como uma barreira protetora; a derme, onde se encontram as fibras de colágeno e elastina responsáveis pela firmeza e sustentação da pele; e a hipoderme, a camada mais profunda, rica em tecido adiposo (gordura). Essa estrutura naturalmente dificulta a penetração de substâncias aplicadas topicamente, tornando a entrega transdérmica de ativos um desafio.

É aqui que o laser de CO₂ entra como um grande aliado. Durante o resurfacing, o laser cria microcanais controlados na epiderme, atingindo camadas mais profundas da pele. Esse processo, além de estimular a renovação celular e a produção de colágeno, deixa a pele altamente permeável por um curto período, criando uma oportunidade única para potencializar os tratamentos dermatológicos.

O drug delivery aproveita essa janela de permeabilidade para depositar ativos diretamente na pele recém-tratada, garantindo uma absorção muito mais eficiente do que a aplicação convencional. Dependendo da combinação de substâncias utilizadas, é possível acelerar a recuperação, reduzir a inflamação, melhorar a hidratação e potencializar os efeitos rejuvenescedores do laser.

Na minha prática clínica, desenvolvi um protocolo exclusivo de drug delivery que combina uma mescla de ativos cuidadosamente selecionados para otimizar os resultados do resurfacing a laser de CO₂. Essa abordagem não apenas melhora a qualidade da pele, mas também reduz o tempo de recuperação, tornando o processo mais confortável e eficaz para o paciente.

Blefaroplastia com vs. sem Laser: resumo

Ao decidir realizar uma blefaroplastia, é importante entender as diferenças entre a técnica tradicional e a abordagem com laser de CO₂. Enquanto ambas as opções melhoram o contorno das pálpebras e rejuvenescem o olhar, o uso do laser oferece vantagens que impactam tanto o procedimento quanto a recuperação. A tabela abaixo resume as principais diferenças entre os dois métodos:

Com a evolução da tecnologia, a blefaroplastia com laser de CO₂ tem se tornado a escolha ideal para pacientes que buscam um procedimento mais preciso, com recuperação otimizada e benefícios adicionais para a qualidade da pele.

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